segunda-feira, 29 de outubro de 2012

A vida não é um imediatismo cego



Pensamos tanto em como viver e em como será nosso futuro, que às vezes, nos esquecemos de aproveitar mais a vida e as oportunidades que ela nos proporciona.
Batalhamos por algo e finalmente quando conquistamos o sabor da vitória, aquele enorme desejo que tínhamos se perde rápido em meio a novos desejos, novas vontades. E qual a vantagem disso? 
Será que somos meros humanos, seres capacitados com o poder do conhecimento, mas que não racionamos a ponto de refletir sobre nossa jornada e nossos atos? Será que estamos apenas tentando sobreviver porque não acreditamos na nossa própria capacidade de superação? Ou será que os verdadeiros heróis, nossos heróis (aqueles que nos influenciavam de maneira positiva, que sofriam em prol do bem maior, aqueles que “levavam pancadas” e até morriam se fosse necessário para restaurar a ordem como Jesus e dos super-heróis que foram criados com o intuito de servir e proteger aconteça o que acontecer) já morreram e estamos seguindo ideias que não valem a pena serem seguidas?

Nós vivemos ou apenas existimos nesse mundo? Nós fazemos a diferença ou apenas nos misturamos à multidão? Tomamos a decisão correta ou a decisão errada?

Chega de perguntas jogadas ao vento sem resposta, de questões lançadas ao quadro sem resolução.
Apenas é preciso agir, sair da zona de conforto e enfrentar as subidas e descidas da vida sem perder o foco.

Viver é acompanhar a música sem perder o ritmo.

Viver é prestar atenção às oportunidades que nos são oferecidas pela ironia não do destino, mas da consequência, e usa-las da melhor maneira.

Viver é fazer os outros se sentirem especiais mesmo quando você não se achar, e só então, depois, descobrir que todos somos especiais de maneira diferentes.

Viver não é deixar a vida ao relento, mas traçar planos e se empolgar com eles.

Viver não é um imediatismo cego.



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